Livro INSTALAÇÕES PROVISÓRIAS

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INSTALAÇÕES PROVISÓRIAS: independência, autonomia, alternativa e informalidade. Artistas e exposições em Portugal no século XX
TEMAS E CONCEITOS:

INDEPENDÊNCIA ARTÍSTICA nos séculos XIX e XX, as acções dos artistas que desafiaram o sistema académico e salonista, criando novas condições para o aparecimento de exposições privadas e independentes.

AUTONOMIA dos artistas em relação à jurisdição estatal e ao mercado de arte, com o desenvolvimento de estratégias transgressivas num sistema centrado nas figuras do galerista e do crítico de arte.

ALTERNATIVA e esferas de actuação emergentes a partir dos anos sessenta, resultado da crítica ao sistema institucional da arte, com repercussões na constituição de uma rede de espaços e estruturas colectivas.

INFORMALIDADE e projectos de colaboração de artistas-curadores, baseados em opções de autogestão, com projectos de curta duração e práticas artísticas e curatoriais com novos formatos de cariz experimental.

INSTALAÇÕES PROVISÓRIAS revela as condições de existência da cultura alternativa, as qualidades e as características transitórias, efémeras, os processos instáveis e informais de ocupação e de instalação que caracterizam as práticas artísticas independentes.

Edição: Sistema Solar | Documenta / STET – livros e fotografias / IN.Transit Editions (em parceria com o Instituto de História da Arte da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa)

Disponível na STET e na Assírio & Alvim. Brevemente em todas as livrarias.

A STET abre 5ª e 6ª feira | 15.30/19.30h | Rua do Norte, 14 – 1º (ao Camões)

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Usos e recursos da arte contemporânea: instalações fabris, economia e estética do abandono na era pós-industrial _arqa 112 (março-abril 2014)

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O uso de edifícios, fábricas, armazéns em estado de abandono, desocupados, devolutos, improdutivos, degradados, tornados obsoletos no período pós-industrial, marcou a realização de exposições e desenvolvimento de práticas artísticas que fazem eco de concepções estéticas e das condições espaciais em que se integram, espaços em ruínas que tornam possível a experimentação de condições de instalação espacial e a criação de obras e instalações específicas.

Estas imagens são da exposição Exílio, Deriva, Disseminação: Um projecto em torno de Guy Debord, na Metalúrgica Alentejana, 1995. Fotografias: Paulo Mendes.

Publicação: Sandra Vieira Jürgens, «Usos e recursos da arte contemporânea: Instalações fabris, economia e estética do abandono na era pós-industrial» in Arq./a – Revista de Arquitectura e Arte,  nº 112 (março-abril 2014), pp. 122-125.

 

Provas de doutoramento

Missão cumprida! Defendi a 31 de Março a minha tese de doutoramento sobre exposições, espaços independentes e artistas-comissários na Faculdade de Belas Artes de Lisboa. Aprovada por unanimidade, com distinção e louvor.

 

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Conferências Confeitaria

Conferências Confeitaria
Sábado, 1 Fevereiro – Curadoria

17h00 Sandra Vieira Jürgens

Actividade expositiva e curatorial na esfera da economia informal

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As Conferências Confeitaria são organizadas pelo Atelier de Lisboa. As sessões são de entrada livre.

Local: Confeitaria
Av. João Saraiva, 28, Lisboa (Alvalade)

PDF Programa
http://www.atelierdelisboa.pt/pdf/atelier/Conferências%20Confeitaria%2025Jan%201Fev%20-%2016h%20-%202014.pdf

Trabalho coletivo: Atividade artística na esfera da economia informal_ Arqa 107 (maio-junho 2013)

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No campo artístico, as novas coletividades abriram horizontes de trabalho e de atuação mais flexíveis, fora do quadro regulamentado das instituições e tiveram amplas repercussões no alargamento do território expositivo e no aparecimento de galerias cooperativas, projetos e espaços geridos por artistas, a partir dos quais se puderam propagar práticas, teorias, modos de produção que não encontravam espaço de visibilidade e de circulação no sistema museológico e galerístico.

Publicação: Sandra Vieira Jürgens, «Trabalho coletivo: Atividade artística na esfera da economia informal» in Arq./a – Revista de Arquitectura e Arte,  nº 107 (Maio/Junho 2013), pp. 86-89.

Do Apartamento 22 à Big Factory. Dinâmicas artísticas entre Rabat e Joanesburgo_Arqa 103 (Set-Out 2012)

Se foi nos anos 80 que a arte africana se tornou um objeto de estudo no Ocidente, podemos reconhecer que muita coisa mudou desde então. Durante este período desenvolveu-se um levantamento das suas expressões artísticas em diversas mega-exposições. Cresceu uma corrente mais conservadora associada ao exotismo etnográfico dos artefactos, mas também uma via de investigação mais séria que desencadeou intensas pesquisas críticas sobre o colonialismo, o multiculturalismo e o pós-colonialismo. Hoje estamos mais perto de um estádio de maturidade da globalização cultural.

Publicação: Sandra Vieira Jürgens, «Do Apartamento 22 à Big Factory. Dinâmicas artísticas entre Rabat e Joanesburgo». In: Arq./a – Revista de Arquitectura e Arte, nº 103 (Setembro/Outubro 2012), pp. 86-89.

SALÃO OLÍMPICO_Estudo de Caso


(Original: Sandra Vieira Jürgens, «Salão Olímpico» in Salão Olímpico 2003/2006, Fundação de Serralves/Centro Cultural Vila Flor, 2006, pp. 63-79).

 

O n.º 257 da Rua Miguel Bombarda, no Porto, tornou-se o centro de um projecto alternativo dedicado às artes plásticas, que funcionou ao longo de dois anos, de 2003 a 2005, no salão de bilhares da cave do Café Salão Olímpico. A ideia para este projecto partiu de um grupo de cinco pessoas – Carla Filipe, Eduardo Matos, Isabel Ribeiro, Renato Ferrão e Rui Ribeiro (maioritariamente artistas oriundos da Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto) – que teve o objectivo de realizar exposições periódicas de artes visuais e outros eventos, como mostras de vídeo e performances. Sendo o objectivo deste artigo analisar as características deste projecto e as ideias que estiveram na base da realização do Salão Olímpico, começaria por destacar as intenções que foram expressas no primeiro texto de apresentação do projecto. (…)

Continuar a ler: SALAOOLIMPICO_SERRALVES

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