raum – Streaming Egos: Pedro Portugal – Europa Augen

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– PT
Pedro Portugal – Europa Augen
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Em 1955 um funcionário da BBC, George Campey, propôs o nome EUROVISION à administração desta estação de televisão para sintetizar o nome do primeiro festival da canção: “Continental Television Exchange Song Contest”. A BBC aceitou o nome mas manteve a designação longa nos documentos oficiais.
Este é um exemplo de como no espaço europeu é pensada uma identidade comum, quer ela seja política, económica, cultural ou seja no que se refere à imagem da União Europeia.
Outro exemplo é a proposta de bandeira europeia criada pelo arquitecto Rem Koolhaas em 2001: mistura de todas as cores das bandeiras dos países da UE em barras verticais.
Dentro do formato televisivo, o festival EUROVISION passou a partir dos anos 70 a incorporar um modelo de aproximação unificado, mostrando antes de cada concorrente imagens glorificadoras do país de origem.
Este extracto de imagens em movimento representa um repositório digital que importa reunir porque a sua existência, desde o início, só teve registo numérico.
Europa Augen é um trabalho de soma e montagem com as imagens que são usadas como apresentação das canções no festival da canção EUROVISION entre 1970 e 2015, formando uma matriz de registo à imagem da bandeira proposta por Koolhaas e da normalização digital operada pelo código de barras e armazenamento de informação.

A convite do Goethe-Institut Portugal, Sandra Vieira Jürgens seleccionou quatro artistas – André Alves, Claudia Fischer, Paulo Mendes e Pedro Portugal – para desenvolverem o projecto artístico português na Streaming Egos, iniciativa que tem como objectivo questionar, através de um olhar artístico, de que forma as nossas identidades se multiplicam e transformam no mundo digital e as implicações destas mudanças para a nossa representatividade real e imaginária. Os projectos destes artistas estão pensados de raiz para serem apresentados em ambiente online, através da plataforma raum: residências artísticas online.

Streaming Egos é um projecto organizado pelo Goethe-Institut, em cooperação com o Slow Media Institut de Bona e o NRW-Forum de Düsseldorf, que envolve seis países europeus – Alemanha, Bélgica, Espanha, França, Itália e Portugal. O projecto conta com a curadoria geral de Sabria David e com um co-curador nacional que convida artistas, criadores e autores de várias áreas a criar obras de arte e peças digitais sobre a questão da(s) identidade(s) digital(s).

Uma plataforma digital, disponível em http://blog.goethe.de/streamingegos/, com componentes da social web, possibilita o intercâmbio e a participação de todos os intervenientes e dos utilizadores.

— EN

Pedro Portugal – Europa Augen

In 1955, BBC staffer George Campey proposed the name EUROVISION to the Corporation’s management as a snappier alternative to the initial title “Continental Television Exchange Song Contest”. The BBC accepted the name, although it continued to use the longer version in official documents.
This is an example of how the concept of a shared identity permeates the European territory, whether in terms of politics, economy, culture or simply the image of a European Union. Another such example is the European flag proposed by architect Rem Koolhaas in 2001, which combines the colours found in the flags of every EU member country in the form of vertical stripes.
From the ‘70s onwards, the EUROVISION Song Contest television format featured a unified motif of togetherness, introducing each contestant with images glorifying their country of origin. This selection of moving images constitutes a digital repository worthy of being collected, as from the very beginning it has existed in digital format only.
Europa Augen is a project in which the images used to introduce the songs from the EUROVISION contests from 1970 to 2015 are combined and edited to create a record in the likeness of the flag proposed by Koolhaas and the digital standardisation employed in bar codes and data storage.

At the invitation of the Goethe Institute Portugal, curator Sandra Vieira Jürgens selected four artists – André Alves, Claudia Fischer, Paulo Mendes and Pedro Portugal – to work on the Portuguese Streaming Egos project, an initiative which aims to question the way in which our identifies are multiplied and transformed in the digital world, and the implications of these changes for our real and imagined representativeness. The contributions of these artists are designed from the outset to be presented in an online environment using the raum: online artist residencies platform.

Streaming Egos is a project organised by the Goethe Institute in cooperation with the Slow Media Institute in Bonn and the NRW-Forum in Düsseldorf, involving six European countries: Germany, Belgium, Spain, France, Italy and Portugal. The project is curated by Sabria David in conjunction with a co-curator in each country who invites artists, creatives and authors from a wide range of fields to conceive works of art and digital creations on the topic of digital identity(ies).

Participation and interaction among all contributors and users is made possible by an online platform with social web components, accessible at http://blog.goethe.de/streamingegos/.

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raum– Streaming Egos: Paulo Mendes – Política do povo, propostas para o turismo intemporal em Portugal

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Paulo Mendes – Política do povo, propostas para o turismo intemporal em Portugal
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Este projecto é sobre a construção da identidade de Portugal, das identidades, das iconografias, dos códigos, da retórica simbólica do período do Estado Novo até ao presente democrático: o espaço geográfico, assinalado por um Padrão; as variações percentuais numa curva sobre um plano cartesiano de forma a explicitar as propriedades de uma função; a história vendida como publicidade enganosa, perdida numa caixa electrónica de spam, mentira histórica reduzida a lixo electrónico. Monumentos nacionais da incontinência patriótica! A identidade política, a identidade turística, a identidade internacional: “Portugal não é um país pequeno”.

A convite do Goethe-Institut Portugal, Sandra Vieira Jürgens seleccionou quatro artistas – André Alves, Claudia Fischer, Paulo Mendes e Pedro Portugal – para desenvolverem o projecto artístico português na Streaming Egos, iniciativa que tem como objectivo questionar, através de um olhar artístico, de que forma as nossas identidades se multiplicam e transformam no mundo digital e as implicações destas mudanças para a nossa representatividade real e imaginária. Os projectos destes artistas estão pensados de raiz para serem apresentados em ambiente online, através da plataforma raum: residências artísticas online.

Streaming Egos é um projecto organizado pelo Goethe-Institut, em cooperação com o Slow Media Institut de Bona e o NRW-Forum de Düsseldorf, que envolve seis países europeus – Alemanha, Bélgica, Espanha, França, Itália e Portugal. O projecto conta com a curadoria geral de Sabria David e com um co-curador nacional que convida artistas, criadores e autores de várias áreas a criar obras de arte e peças digitais sobre a questão da(s) identidade(s) digital(s).

Uma plataforma digital, disponível em http://blog.goethe.de/streamingegos/, com componentes da social web, possibilita o intercâmbio e a participação de todos os intervenientes e dos utilizadores.

 

— EN

Paulo Mendes – Policy of the people, proposals for atemporal tourism in Portugal

This project is about the construction Portugal’s identity – identities, iconographies, codes, symbolic rhetoric from the Estado Novo era up to the democratic present: the geographical sphere, marked by a pattern; the percentage changes of a curve on a Cartesian plane intended to make explicit the properties of a function; history sold as deceptive advertising, lost in an email spam folder, historical lies reduced to electronic rubbish. National monuments of patriotic incontinence! Political identity, touristic identity, international identity: “Portugal is not a small country”.

At the invitation of the Goethe Institute Portugal, curator Sandra Vieira Jürgens selected four artists – André Alves, Claudia Fischer, Paulo Mendes and Pedro Portugal – to work on the Portuguese Streaming Egos project, an initiative which aims to question the way in which our identifies are multiplied and transformed in the digital world, and the implications of these changes for our real and imagined representativeness. The contributions of these artists are designed from the outset to be presented in an online environment using the raum: online artist residencies platform.

Streaming Egos is a project organised by the Goethe Institute in cooperation with the Slow Media Institute in Bonn and the NRW-Forum in Düsseldorf, involving six European countries: Germany, Belgium, Spain, France, Italy and Portugal. The project is curated by Sabria David in conjunction with a co-curator in each country who invites artists, creatives and authors from a wide range of fields to conceive works of art and digital creations on the topic of digital identity(ies).

Participation and interaction among all contributors and users is made possible by an online platform with social web components, accessible at http://blog.goethe.de/streamingegos/.

Streaming Egos: Claudia Fischer – Closer to Home

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Claudia Fischer – Closer to Home
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Closer to Home faz parte de um projecto de investigação que explora os conceitos de periferia, lidando com a nossa percepção do mundo enquanto uma grelha de paralelos e de meridianos. O espectador transforma-se em viajante, movimentando-se entre o familiar e o estranho, entre o eu e o outro, numa relação recíproca em que a identidade é constantemente reinventada.

A convite do Goethe-Institut Portugal, Sandra Vieira Jürgens seleccionou quatro artistas portugueses – André Alves, Claudia Fischer, Paulo Mendes e Pedro Portugal – para desenvolverem o projecto artístico português na Streaming Egos, iniciativa que tem como objectivo questionar, através de um olhar artístico, de que forma as nossas identidades se multiplicam e transformam no mundo digital e as implicações destas mudanças para a nossa representatividade real e imaginária. Os projectos destes artistas estão pensados de raiz para serem apresentados em ambiente online, através da plataforma raum: residências artísticas online.

Streaming Egos é um projecto organizado pelo Goethe-Institut, em cooperação com o Slow Media Institut de Bona e o NRW-Forum de Düsseldorf, que envolve seis países europeus – Alemanha, Bélgica, Espanha, França, Itália e Portugal. O projecto conta com a curadoria geral de Sabria David e com um co-curador nacional que convida artistas, criadores e autores de várias áreas a criar obras de arte e peças digitais sobre a questão da(s) identidade(s) digital(s).

Uma plataforma digital, disponível em http://blog.goethe.de/streamingegos/, com componentes da social web, possibilita o intercâmbio e a participação de todos os intervenientes e dos utilizadores.


— EN

Claudia Fischer Closer to Home

Closer to Home is part of the research project investigating concepts of peripheria and deals with our perception of the world as a grid of parallels and meridians. The viewer becomes something of a traveller, moving between the familiar and the strange, and between the self and the other, a reciprocal relationship in which identity is constantly reinvented.

At the invitation of the Goethe Institute Portugal, curator Sandra Vieira Jürgens selected four Portuguese artists – André Alves, Claudia Fischer, Paulo Mendes and Pedro Portugal – to work on the Portuguese Streaming Egos project, an initiative which aims to question the way in which our identifies are multiplied and transformed in the digital world, and the implications of these changes for our real and imagined representativeness. The contributions of these artists are designed from the outset to be presented in an online environment using the raum: online artist residencies platform.

Streaming Egos is a project organised by the Goethe Institute in cooperation with the Slow Media Institute in Bonn and the NRW-Forum in Düsseldorf, involving six European countries: Germany, Belgium, Spain, France, Italy and Portugal. The project is curated by Sabria David in conjunction with a co-curator in each country who invites artists, creatives and authors from a wide range of fields to conceive works of art and digital creations on the topic of digital identity(ies).

Participation and interaction among all contributors and users is made possible by an online platform with social web components, accessible at http://blog.goethe.de/streamingegos/.

Wrong Wrong #4 – FALSO/FALSE

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Este número da Wrong Wrong faz-se sob a égide do falso. Adjectivo substantivado, substantivação abstracta, o falso é antónimo de outras derivações impróprias: o verdadeiro, o real, o factual, o sincero, o natural, o genuíno, o correcto, o legítimo. A noção de falso, que portanto incorpora a mentira, a ilusão, o infundado, a dissimulação, o artifício, a contrafacção, o erro e o ilícito, é o negativo do conjunto de prescrições morais que contraria – e por isso condição necessária para que este se defina e possa expandir.

Determinar o falso que nos rodeia e constitui é uma velha preocupação, e uma das mais problemáticas ambições humanas: porque a verdade procurada tende a tornar-se menos importante que a certeza, e porque a certeza seduz mais do que a razão. O falso é a obsessão da certeza, o seu receio, a sua possível realidade. O mundo de que ambos participam, que é facto e ficção, que é concreto e potência, necessita outro prisma, outra leitura.

O falso é também a ideia que fazemos dele. E aquilo que com ele nos propomos fazer. Ele é o que não é mas podia ser, ele integra a imaginação, fruto da dúvida e antídoto, ou pelo menos calmante, para o excesso de verdade – perdão, de certeza – nas nossas vidas.

Assim é o falso. Ainda que as aparências possam iludir.

Marcelo Felix

 

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This Wrong Wrong issue is presented under the aegis of the false. A nominalized adjective,  abstract nominalization, the false is an antonym for other conversions: the true, the real, the factual, the sincere, the natural, the genuine, the correct, the legitimate. The notion of false, which thus encompasses lie, illusion, unfoundedness, concealment, artifice, counterfeit, error, and illicitness, is a negative of the set of moral prescriptions it counters – and therefore a necessary condition for it to define and expand itself.

To determine the false around and within us is an age-old concern, and one of the most problematic human ambitions: for the truth sought after tends to become less important than certainty, and certainty is more appealing than reason. The false is certainty’s obsession, its fear, and possibly its reality. The world that both participate in, of fact and fiction, of concreteness and potentiality, requires a different prism, a different reading.

The false is the idea we make of it too. And what we propose to do with it. The false is that which is not but could be, it’s part of the imagination, fruit of the doubt and an antidote, or at least  a tranquilizer, for the excess of truth – sorry, certainty – in our lives.

So is the false. Although appearances may be deceiving.

Marcelo Felix

Streaming Egos: Identidades Digitais

 

STREAMING EGOS – IDENTIDADES DIGITAIS
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Geografias Mutantes é o título da participação portuguesa na iniciativa internacional Streaming Egos, que foca a questão da identidade colectiva de Portugal e da Europa na era digital. Como se (auto)-representam a Europa, Portugal e os outros países europeus na cultura digital? Como nos damos a ver? Como vemos a Europa e os outros países europeus?

A convite do Goethe-Institut Portugal, Sandra Vieira Jürgens seleccionou quatro artistas portugueses – André Alves, Claudia Fischer, Paulo Mendes e Pedro Portugal – para desenvolverem o projecto artístico português na Streaming Egos, iniciativa que tem como objectivo questionar, através de um olhar artístico, de que forma as nossas identidades se multiplicam e transformam no mundo digital e as implicações destas mudanças para a nossa representatividade real e imaginária. Os projectos destes artistas estão pensados de raiz para serem apresentados em ambiente online, através da plataforma raum: residências artísticas online.

Geografias Mutantes foi apresentada ao público, em território nacional, na quinta-feira, 14 de Janeiro, às 18.30h, na Sala 1 da Fundação Calouste Gulbenkian e em Düsseldorf, no NRW – Forum, nos dias 16 e 17 de Janeiro.

Streaming Egos é um projecto organizado pelo Goethe-Institut, em cooperação com o Slow Media Institut de Bona e o NRW-Forum de Düsseldorf, que envolve seis países europeus – Alemanha, Bélgica, Espanha, França, Itália e Portugal. O projecto conta com a curadoria geral de Sabria David e com um co-curador nacional que convida artistas, criadores e autores de várias áreas a criar obras de arte e peças digitais sobre a questão da(s) identidade(s) digital(s).

Uma plataforma digital, disponível em http://blog.goethe.de/streamingegos/, com componentes da social web, possibilita o intercâmbio e a participação de todos os intervenientes e dos utilizadores.

 

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STREAMING EGOS – DIGITAL IDENTITIES
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Mutant Geographies is the title of the Portuguese contribution to the international project Streaming Egos, centred on the issue of the collective identity of Portugal and Europe in the digital age. How are Europe, Portugal and other European countries (self-) represented in digital culture? What image do we project of ourselves? How do we see Europe and other European countries?

At the invitation of the Goethe Institute Portugal, curator Sandra Vieira Jürgens selected four Portuguese artists – André Alves, Claudia Fischer, Paulo Mendes and Pedro Portugal – to work on the Portuguese Streaming Egos project, an initiative which aims to question the way in which our identifies are multiplied and transformed in the digital world, and the implications of these changes for our real and imagined representativeness. The contributions of these artists are designed from the outset to be presented in an online environment using the raum: online artist residencies platform.

Mutant Geographies was unveiled to the public in Portugal on Thursday 14 January, in Room 1 of the Calouste Gulbenkian Foundation, and in Düsseldorf, at the NRW – Form on 16 and 17 January.

Streaming Egos is a project organised by the Goethe Institute in cooperation with the Slow Media Institute in Bonn and the NRW-Forum in Düsseldorf, involving six European countries: Germany, Belgium, Spain, France, Italy and Portugal. The project is curated by Sabria David in conjunction with a co-curator in each country who invites artists, creatives and authors from a wide range of fields to conceive works of art and digital creations on the topic of digital identity(ies).

Participation and interaction among all contributors and users is made possible by an online platform with social web components, accessible at http://blog.goethe.de/streamingegos/.

Coletivos em perspetiva

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Coletivos em perspetiva
Curso – Sede da Fundação Calouste Gulbenkian
6, 13, 20, 27 FEV, Sáb.Das 14h30 às 17h30

Este curso tem por objetivo reavivar o papel das experiências de intervenção coletiva no território artístico e revisitar a arte moderna e contemporânea através do conceito de “Coletivos”.

A abordagem que iremos desencadear alia a perspetiva teórica, visitas comentadas e o diálogo sobre o tema, visando refletir sobre a dimensão histórica, política e artística da construção de movimentos e comunidades, projetos e discursos coletivos, desde as primeiras vanguardas à atualidade.

A partir desta proposta geral sobre o que significa pensar e agir coletivamente no mundo da arte, propõe-se uma reflexão focalizada em quatro questões centrais – exílio, coexistência utópica, intervenção comunitária e memória coletiva –, que nos conduzem na análise de antecedentes históricos, bem como na abordagem de modelos emergentes e experiências recentes de colaboração e criação de identidades partilhadas em espaços de trabalho comunitários.

Conceção e orientação
Sandra Vieira Jürgens

Este curso está creditado para professores dos grupos 200, 240, 300 e 600 ao abrigo do protocolo de colaboração entre o Centro de Formação Centro-Oeste e o Descobrir – Programa Gulbenkian Educação para a Cultura e Ciência.

QUANDO
6, 13, 20, 27 FEV, Sáb.das 14h30 às 17h30

Sede da FCG
12 horas
Min 10
Máx 40
Preço 50€

Link: http://descobrir.gulbenkian.pt/Descobrir/pt/Evento?a=6685

WRONG WRONG_Publicar e editar na era digital (Book talks | EDIT)

Convite_Book talks
Sábado, 27 de Junho, às 16h
Apresentação da publicação online WRONG WRONG
Publicar e editar na era digital (Book talks | EDIT)

EDIT – feira de edições de Lisboa
27 – 28 de Junho | Sábado – Domingo | 14 – 20h
Galeria Monumental – Campo Mártires da Pátria, 101

A Crise Revolucionária de 1975. Estudos transversais

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8 e 9 de Junho 2015 – Lisboa
Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa
Auditório 1, Piso, Torre B


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PÓS-GRADUAÇÃO EM CURADORIA DE ARTE (2015-2016) – FCSH/NOVA

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PÓS-GRADUAÇÃO
CURADORIA DE ARTE
FCSH – UNIVERSIDADE NOVA DE LISBOA

Até 30 de Junho, encontra-se aberta a fase de candidaturas para a primeira edição da pós-graduação em Curadoria de Arte (2015-2016). Para o efeito, deverá aceder ao endereço: http://fcsh.unl.pt/ensino/pos-graduacoes-pt/curadoria-de-arte


PLANO DE ESTUDOS

Coordenadora: Raquel Henriques da Silva (FCSH/NOVA)
Coordenadores executivos: Nuno Crespo (IHA-FSCH/NOVA) e Sandra Vieira Jürgens (IHA-FSCH/NOVA)

O enquadramento e a abordagem da Pós-Graduação em Curadoria de Arte concentram-se nas temáticas fundamentais da curadoria, relativas aos mundos da produção, circulação e recepção das artes contemporâneas. Focando os universos dos valores da criação, as instituições culturais e de mercado, os agentes intermediários e também os seus públicos. Este curso de pós-graduação tem uma orientação teórica-prática e profissionalizante e a sua organização reflecte, por um lado, a importância e actualidade dos estudos de curadoria no contexto da história da arte e dos estudos culturais, bem como a especificidade dos seus domínios de estudo e das suas práticas profissionais.


OBJECTIVOS

Os objectivos fundamentais deste curso são:

– Formar especialistas nas diferentes áreas dos estudos de curadoria;

– Desenvolver o ensino e investigação avançados da história da curadoria e das disciplinas com ela relacionadas como: antropologia, arquitectura, design expositivo, filosofia, história da arte, museologia, etc…;

– Preparar especialistas que assumam a curadoria não só como campo de conhecimentos e investigação, mas igualmente como domínio prático profissional;

– Desenvolver competências teóricas e profissionais indispensáveis ao estudo da curadoria nomeadamente no campo da teoria e de organização de exposições;

– Promover a capacidade de realizar exposições através do conhecimento dos diferentes elementos exigidos para a concepção, implementação, desenvolvimento, produção e recepção de eventos expositivos;

– Dotar especialistas das ferramentas necessárias à melhor compreensão da curadoria de arte, nomeadamente através do aprofundamento do conhecimento dos diferentes meios artísticos, das suas instituições, agentes e dinâmicas;

– Proporcionar formação de base na área da gestão e produção de projectos de curadoria;

– Capacitar os estudantes a operar em instituições públicas e privadas como autarquias, museus, fundações e outros espaços expositivos com vocação cultural;

– Promover junto de profissionais a formação ao longo da vida.


UNIDADES CURRICULARES

Temas da Arte Contemporânea
Práticas de Curadoria
Economia e Mercados da Arte
Gestão e Produção de Projectos de Arte
Colecções e Museus de Arte em Portugal
Estética e Crítica de Arte
Teoria, Métodos e Debates em História da Arte
Arquitectura de Museus e Museografia
O espaço nas práticas artísticas contemporâneas


CORPO DOCENTE

Claire Bishop (CUNY, NY University)

Delfim Sardo (Colégio das Artes da Universidade de Coimbra)

Helena Barranha (Instituto Superior Técnico – ULisboa)

Helena de Freitas (Centro de Arte Moderna-Fundação Calouste Gulbenkian)

Idalina Conde (ISCTE-IUL)

Isabelle Graw (Staatliche Hochschule für Bildende Künste (Städelschule), Frankfurt am Main)

Joana Cunha Leal (FCSH/NOVA)

João Pedro Cachopo (CESEM – FCSH/ NOVA)

Luís Campos e Cunha (Nova School of Business and Economics)

Luiz Camillo Osório (PUC, Rio de Janeiro)

Margarida Brito Alves (FCSH/NOVA)

Nuno Crespo (IHA-FSCH/NOVA)

Raquel Henriques da Silva (FCSH/NOVA)

Ricardo Carvalho (Universidade Autónoma de Lisboa)

Sandra Vieira Jürgens (IHA-FSCH/NOVA)


Número de vagas:
20


Horários
O curso funcionará em horário pós-laboral, às 4ª, 5ª e 6ª feiras, nas instalações da FCSH/NOVA.


Contactos

E-mail: historia.arte@fcsh.unl.pt
Telefone:  + 351 217 90 83 21

Link: http://fcsh.unl.pt/ensino/pos-graduacoes-pt/curadoria-de-arte

Wrong Wrong — Nova publicação online

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www.wrongwrong.net

> PT

A Wrong Wrong é uma nova publicação online centrada no campo da produção artística contemporânea.

· Terá seis edições anuais temáticas
· O tema de cada edição origina múltiplas reflexões
· Na Wrong Wrong a reflexão é em si criação

A edição é bilingue (português-inglês). Cada número terá associado um autor em residência, que produzirá ensaios passíveis de assumir diferentes formatos. Todas as edições serão divulgadas através de newsletters, de lançamento e de actualização.

O tema da primeira edição, lançado em Maio, será WRONG, e visa focar uma insistência no erro. Os números seguintes serão publicados em Julho, Setembro e Novembro de 2015.

A Wrong Wrong é editada pela Terceiro Direito, associação cultural sem fins lucrativos que concebe projectos no âmbito das artes contemporâneas, funcionando como plataforma de divulgação da criação e investigação artísticas. Para além da Wrong Wrong, a Terceiro Direito desenvolve o projecto raum: residências artísticas online (www.raum.pt).

Em 1917 Marcel Duchamp, Henri Pierre Roché e Beatrice Wood publicaram o único número de uma revista intitulada Rongwrong, cujo nome devia ter sido Wrongwrong. O erro ocorreu na impressão.


> EN

Wrong Wrong is a new online magazine specializing in the field of contemporary artistic production.

· Six annual thematic editions
· Each issue originates multiple reflections
· At Wrong Wrong reflection is itself creation

Each issue will present an author in residence, who will produce essays under different formats. All issues will be announced through a newsletter, upon their release and when new articles are published.

The first issue, to be published this month, is WRONG. It aims to focus on a persistence in error.

New issues will appear on July, September and November 2015.

Wrong Wrong is published by Terceiro Direito, a non-profit cultural association which operates as a creative platform for research and diffusion in contemporary arts. In addition to Wrong Wrong it develops the project raum: online artist residencies (www.raum.pt).

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In 1917 Marcel Duchamp, Henri Pierre Roché and Beatrice Wood published a single issue of a magazine, Rongwrong, whose title should have been Wrongwrong. The typo occurred during the printing.

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