Aula Aberta – Apresentação dos projectos online RAUM e WRONG WRONG

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raum: i2ADS/Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto – André Sousa

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André Sousa – Mapeamento e fotografias nocturnas
curadoria de Miguel Leal

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>PT

“Mapeamento e fotografias nocturnas” é um alinhamento aleatório de fotografias e vídeos recolhidos em viagem, desenhos e conteúdos da internet.

O projecto, em desenvolvimento, partiu de uma visita à aldeia espanhola La Alberca; de um programa da National Public Radio (NPR) sobre as acções de desmoralização do exército israelita junto das populações palestinianas; de um desenho realizado pelo senhor Rodrigo, proprietário do restaurante Rei dos Galos de Amarante na Rua das Taipas, no Porto.

Algumas palavras para indexação deste projecto nos motores de busca são Cruzadas, Guerra Santa, Vera Cruz, Judiaria, Inquisição, Cristão Novo, Israel, Palestina, Mapeamento, Nabi Salih, West Bank.

>EN

“Mapping and night photos” is a randomly generated line up of photos and video footage, drawings and web contents.

The project’s starting point is a visit to La Alberca, a spanish village; a NPR (National Public Radio) program on the mapping and mock arrests of Palestinian populations; and a drawing by Senhor Rodrigo owner of Rei dos Galos de Amarante, a popular restaurant in Porto.

Some words indexing this project on the web’s search engines are: Crusades, Holy War, True Cross, Jewish Quarter, Inquisition, New Christian, Israel, Palestine, Mapping, Nabih Salih, West Bank.

raum: C.R.I.M. – Cadavre Exquis – 31 Realizadores

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raum: C.R.I.M. – Cadavre Exquis
31 Realizadores/Filmmakers

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> PT
Um filme cadavre exquis realizado pelos artistas e cineastas que trabalham com a C.R.I.M.. Cada participante é responsável por uma sequência de imagens em movimento sem som, entre 30 e 45 segundos, com um ponto de partida (uma palavra ou frase) e um ponto de chegada (ponto de partida do próximo) sorteados a partir de um texto, ou mais exactamente de um pretexto. A ideia foi fazer em conjunto e muito rapidamente uma teia de ideias a vislumbrar, uma obra colectiva a dissecar, um crime surrealista.

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> EN
A cadavre exquis film made by the artists and filmmakers working with C.R.I.M. Each participant contributes a sequence of soundless moving images, between 30 and 45 seconds in duration, starting from a word or sentence and finishing at the next participant’s starting point. Words/sentences are drawn from a (pre)text. The goal was to jointly and quickly create a web of ideas to be glimpsed, a collective work to be dissected, a surrealist crime.

raum: Universidade de Évora – António Caramelo

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raum: residências artísticas online
Universidade de Évora
António Caramelo

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> PT

Passando ao largo do Planeta 8989 a bordo da nave Enterprise, Spock comunica ao capitão Kirk que o Planeta 8989 é feito de nada, e que todos os seus habitantes são artistas (Episodio Star Trek escrito por William Shatner)

“Voids Happens, anything else too”
Henri Bergson, Cahiers

Não será num futuro hipotético, é agora. Pela mesma casualidade descrita por Spock e para capturar as ligações entre o discursivo e o não discursivo, uma nave oriunda do planeta 8989 viaja até ao Planeta Terra, não à procura do nada vernacular que lhes é particular enquanto artistas mas sim na procura de um outro dispositivo, que por ser igualmente totalizante, lhes é estranho e familiar ao mesmo tempo: esse perseguir dos “vazios” que existem em potência no mundo físico e fenomenológico, distinto da matéria do nada do Planeta 8989, implica a descoberta da necessidade da afectação de um determinado posicionamento enquanto observadores, não só topologicamente mas também ideologicamente, funcionando estas como formas privilegiadas na definição e articulação entre o saber e o poder. Nada é melhor que nada e esse é o mapa do vazio que aqui se representa, um atlas de representações aprisionadas pelas percepções.

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> EN
Passing Planet 8989 on board Starship Enterprise, Spock tells Captain Kirk that this very planet is made of Nothing, and its inhabitants are artists (Episode of Star Trek by William Shatner)

“Voids Happens, anything else too”
Henri Bergson, Cahiers
The future is now. For the same casualty described by Spock and with the intent of capturing the links between the discursive and non-discursive, a spaceship coming from planet 8989 travels to Earth, not in search of the nothingness that is very particular to artists, but in search for another totalizing apparatus that for them is strange and familiar at the same time: this hunt for the nothingness that exists in power, in the physical and phenomenal world, distinct from the matter out of the nothingness on planet 8989, entails the discovery of the necessity, as observers, of an allocation to a given position, topologically as well as ideologically, as these are well placed to define and articulate knowledge and power. Nothing is better than nothing and this is the map of the void that is here, an atlas of representations trapped by perceptions.

raum: arqa – 15 Arquitectos

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raum: residências artísticas online
arqa – Revista de Arquitectura e Arte
Curadoria de Luís Santiago Baptista e Paula Melâneo

15 jovens arquitectos a respondem à questão “O que é a arquitectura?” através de um tríptico – ao longo de 15 dias vão sendo reveladas as 15 respostas!

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> PT 
O que é a arquitectura?

A pergunta “O que é a arquitectura?” está, por natureza, em aberto. De certa forma, a história da disciplina pode ser entendida como uma sequência de definições que, querendo estabilizar o sentido da arquitectura, paradoxalmente o põem em movimento. Portanto, no universo de possíveis respostas à pergunta emergem as relações, intercepções e oposições que permitem, mais do que tudo, manter a condição interrogativa. No limite, será por não sabermos a resposta, que nos questionamos permanentemente de qual o seu campo, significado e limites. A recolocação da pergunta, uma e outra vez, manifesta assim a vitalidade e multiplicidade inerentes à própria definição de arquitectura. No âmbito do projecto das residências artísticas online da plataforma RAUM, colocámos esta questão a um conjunto de 15 arquitectos portugueses nascidos depois da revolução de 1974. Se a pergunta é colocada de modo textual, a resposta que solicitámos é de dimensão visual, dada a relação estrutural que os arquitectos estabelecem com as imagens. Num espectro alargado da actividade disciplinar, pedimos a esses jovens arquitectos que elaborassem uma definição de arquitectura sob a forma de um tríptico. Entre 10 e 25 de Dezembro de 2014, será disponibilizada diariamente na plataforma RAUM uma definição de arquitectura. A definição que emergirá da série construída ao longo das duas semanas será, entretanto, uma questão em aberto.

Revista arqa | Arquitectura e Arte (Luís Santiago Baptista e Paula Melâneo)

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> EN
What is architecture?

“What is architecture?” is, by nature, an open question. In a certain way, the history of the discipline can be understood as a sequence of definitions that, trying to stabilize the meaning of architecture, paradoxically put it in motion. Therefore, in the universe of possible answers to this question, relations, interceptions and oppositions emerge, which may, more than anything, keep the interrogative condition. In the limit, it is for not knowing the answer that we permanently question its field, meaning and limits. The replacement of the question, one and another time again, expresses the vitality and plurality inherent in the very definition of architecture. Under the project of the online residencies RAUM platform, we pose this question to a group of 15 Portuguese Architects who were born after the revolution of 1974. If the question is in textual mode, the answer that we have required is visual, given the structural relationship that architects establish with images. In a broad spectrum of disciplinary activity, we asked these young architects to present a definition of architecture in the form of a triptych. Between 10 and 25 December 2014, we will daily publish on the RAUM platform one definition of architecture. The definition that will emerge in the whole series along the two weeks is, for now, an open question.

arqa | Architecture and Art magazine (Luís Santiago Baptista e Paula Melâneo

raum na edição impressa do jornal OJE

“Arte e cultura
Plataforma Raum
Sabe o que é?”, entrevista de Catarina da Ponte, pp. 34 e 35

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Apresentação da raum: residências artísticas online | Museu Coleção Berardo

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Apresentação da raum: residências artísticas online | Museu Coleção Berardo
12 de Novembro 2014

>>>  Museu Coleção Berardo / Vídeos

raum: Doc’s Kingdom – Seminário Internacional sobre Cinema Documental

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raum: residências artísticas online
Doc’s Kingdom – Seminário Internacional sobre Cinema Documental
Um mapa – Ana Eliseu e Nuno Lisboa

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> PT

Este é um dos vários mapas imaginários e incompletos que se conhecem de um arquipélago formado ao longo de vários anos, entre o Alentejo e os Açores. Existem, evidentemente, muitas variantes deste mapa de correntes: algumas coordenadas podem ser encontradas no arquivo, do qual cada versão do mapa é um guia alternativo; outras referências estão perdidas, não se encontrando actualmente mais do que transcrições traduzidas de relatos em segunda mão. Os habitantes destas ilhas residem no Doc’s Kingdom (não é o “reino do documentário”, mas uma referência ao filme homónimo que Robert Kramer realizou em Portugal): ao longo das onze edições do Seminário Internacional sobre Cinema Documental realizadas desde 2000, em Serpa, no Faial e no Pico, alguns deles, como Erika Kramer, regressaram várias vezes ao lugar de encontro; outros não chegaram a cruzar-se, mas participam entretanto numa conversa em várias línguas que nunca teve lugar. O mapa é um pequeno depósito de mentiras; uma rádio-grafia que extraiu cada voz de um fluxo vivo colectivo. Nas várias ilhas, discutem-se os mais diversos domínios: política, etnografia, arte, literatura, economia, cinema, documentário, ficção… Junto a um vulcão, justifica-se mais uma vez “a ideia de deslocarmos as pessoas para este lugar”. No centro do arquipélago, a conversa centra-se nas relações entre a mentira e a verdade, a imagem e a História, a imponderabilidade do presente, os elementos do cinema. Mas não chegamos a ouvir Sergei Dvortsevoy repetir (o que disse em Serpa, à segunda jornada do primeiro encontro, no dia 12 de Outubro do ano 2000) que “cada corte é uma mentira, e depois… em cada corte matamos a vida…” Entre dois cortes, quem fala reúne toda a comunidade, como um lugar pode condensar toda a memória do mundo. O museu, o umbral, o pátio ou a espiral são alguns desses lugares que se podem encontrar neste mapa.

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> EN

This is one of the several known imaginary and incomplete maps of an archipelago formed through a number of years, between Alentejo and the Azores. There are evidently many variants of this map of currents: a few coordinates can be found in the archive*, of which each version of the map is an alternative guide; other references seem to have been lost, with only translated transcriptions of second hand reports presently remaining. The inhabitants of these islands reside in Doc’s Kingdom (not the “kingdom of documentary”, but a reference to the homonymous film Robert Kramer shot in Portugal): along eleven editions of Doc’s Kingdom International Seminar on Documentary Film, some of them, such as Erika Kramer, have returned several times to the meeting point. Others didn’t have the chance to meet, but are nevertheless participating in a multilingual conversation that never took place. The map is a small deposit of lies; a radio-graph that extracted each voice from a collective living flux. On the different islands, several domains are being discussed: politics, ethnography, art, literature, economy, cinema, documentary, fiction… Next to a volcano, “the idea of bringing these persons to this place” is justified once again. In the center of the archipelago, the conversation focuses on the relations between truth and lie, image and History, the imponderability of present, the elements of cinema. Finally, we don’t have the chance to listen to Sergei Dvortsevoy repeating (what he said during the second journey of the first gathering, on October 12th, 2000) that “each cut is a lie, and… in every cut we kill life…” Between two cuts, she who speaks gathers the whole community as a place that can condense all the memory in the world. The museum, the threshold, the courtyard and the spiral are some of those places that can be found on this map.

raum: Museu Berardo_Pedro Neves Marques. Os Jurupixuna

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Pedro Neves Marques
The Jurupixuna

Museu Coleção Berardo
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> PT
Sobre o projecto:
Pedro Neves Marques e os Jurupixuna,
de Pedro Lapa

> EN
About the project:
Pedro Neves Marques and the Jurupixuna,
by Pedro Lapa

>>>>www.raum.pt

raum: Museu Berardo_Pedro Neves Marques. Os Jurupixuna

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Apresentação da residência artística “Pedro Neves Marques. Os Jurupixuna” e da plataforma raum: residências artísticas online

12 de Novembro de 2014, 18h00, no Museu Coleção Berardo

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