Streaming Egos: Claudia Fischer – Closer to Home

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Claudia Fischer – Closer to Home
http://www.raum.pt

Closer to Home faz parte de um projecto de investigação que explora os conceitos de periferia, lidando com a nossa percepção do mundo enquanto uma grelha de paralelos e de meridianos. O espectador transforma-se em viajante, movimentando-se entre o familiar e o estranho, entre o eu e o outro, numa relação recíproca em que a identidade é constantemente reinventada.

A convite do Goethe-Institut Portugal, Sandra Vieira Jürgens seleccionou quatro artistas portugueses – André Alves, Claudia Fischer, Paulo Mendes e Pedro Portugal – para desenvolverem o projecto artístico português na Streaming Egos, iniciativa que tem como objectivo questionar, através de um olhar artístico, de que forma as nossas identidades se multiplicam e transformam no mundo digital e as implicações destas mudanças para a nossa representatividade real e imaginária. Os projectos destes artistas estão pensados de raiz para serem apresentados em ambiente online, através da plataforma raum: residências artísticas online.

Streaming Egos é um projecto organizado pelo Goethe-Institut, em cooperação com o Slow Media Institut de Bona e o NRW-Forum de Düsseldorf, que envolve seis países europeus – Alemanha, Bélgica, Espanha, França, Itália e Portugal. O projecto conta com a curadoria geral de Sabria David e com um co-curador nacional que convida artistas, criadores e autores de várias áreas a criar obras de arte e peças digitais sobre a questão da(s) identidade(s) digital(s).

Uma plataforma digital, disponível em http://blog.goethe.de/streamingegos/, com componentes da social web, possibilita o intercâmbio e a participação de todos os intervenientes e dos utilizadores.


— EN

Claudia Fischer Closer to Home

Closer to Home is part of the research project investigating concepts of peripheria and deals with our perception of the world as a grid of parallels and meridians. The viewer becomes something of a traveller, moving between the familiar and the strange, and between the self and the other, a reciprocal relationship in which identity is constantly reinvented.

At the invitation of the Goethe Institute Portugal, curator Sandra Vieira Jürgens selected four Portuguese artists – André Alves, Claudia Fischer, Paulo Mendes and Pedro Portugal – to work on the Portuguese Streaming Egos project, an initiative which aims to question the way in which our identifies are multiplied and transformed in the digital world, and the implications of these changes for our real and imagined representativeness. The contributions of these artists are designed from the outset to be presented in an online environment using the raum: online artist residencies platform.

Streaming Egos is a project organised by the Goethe Institute in cooperation with the Slow Media Institute in Bonn and the NRW-Forum in Düsseldorf, involving six European countries: Germany, Belgium, Spain, France, Italy and Portugal. The project is curated by Sabria David in conjunction with a co-curator in each country who invites artists, creatives and authors from a wide range of fields to conceive works of art and digital creations on the topic of digital identity(ies).

Participation and interaction among all contributors and users is made possible by an online platform with social web components, accessible at http://blog.goethe.de/streamingegos/.

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Wrong Wrong #4 – FALSO/FALSE

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Este número da Wrong Wrong faz-se sob a égide do falso. Adjectivo substantivado, substantivação abstracta, o falso é antónimo de outras derivações impróprias: o verdadeiro, o real, o factual, o sincero, o natural, o genuíno, o correcto, o legítimo. A noção de falso, que portanto incorpora a mentira, a ilusão, o infundado, a dissimulação, o artifício, a contrafacção, o erro e o ilícito, é o negativo do conjunto de prescrições morais que contraria – e por isso condição necessária para que este se defina e possa expandir.

Determinar o falso que nos rodeia e constitui é uma velha preocupação, e uma das mais problemáticas ambições humanas: porque a verdade procurada tende a tornar-se menos importante que a certeza, e porque a certeza seduz mais do que a razão. O falso é a obsessão da certeza, o seu receio, a sua possível realidade. O mundo de que ambos participam, que é facto e ficção, que é concreto e potência, necessita outro prisma, outra leitura.

O falso é também a ideia que fazemos dele. E aquilo que com ele nos propomos fazer. Ele é o que não é mas podia ser, ele integra a imaginação, fruto da dúvida e antídoto, ou pelo menos calmante, para o excesso de verdade – perdão, de certeza – nas nossas vidas.

Assim é o falso. Ainda que as aparências possam iludir.

Marcelo Felix

 

EN>

This Wrong Wrong issue is presented under the aegis of the false. A nominalized adjective,  abstract nominalization, the false is an antonym for other conversions: the true, the real, the factual, the sincere, the natural, the genuine, the correct, the legitimate. The notion of false, which thus encompasses lie, illusion, unfoundedness, concealment, artifice, counterfeit, error, and illicitness, is a negative of the set of moral prescriptions it counters – and therefore a necessary condition for it to define and expand itself.

To determine the false around and within us is an age-old concern, and one of the most problematic human ambitions: for the truth sought after tends to become less important than certainty, and certainty is more appealing than reason. The false is certainty’s obsession, its fear, and possibly its reality. The world that both participate in, of fact and fiction, of concreteness and potentiality, requires a different prism, a different reading.

The false is the idea we make of it too. And what we propose to do with it. The false is that which is not but could be, it’s part of the imagination, fruit of the doubt and an antidote, or at least  a tranquilizer, for the excess of truth – sorry, certainty – in our lives.

So is the false. Although appearances may be deceiving.

Marcelo Felix

Streaming Egos: Identidades Digitais

 

STREAMING EGOS – IDENTIDADES DIGITAIS
http://www.raum.pt

Geografias Mutantes é o título da participação portuguesa na iniciativa internacional Streaming Egos, que foca a questão da identidade colectiva de Portugal e da Europa na era digital. Como se (auto)-representam a Europa, Portugal e os outros países europeus na cultura digital? Como nos damos a ver? Como vemos a Europa e os outros países europeus?

A convite do Goethe-Institut Portugal, Sandra Vieira Jürgens seleccionou quatro artistas portugueses – André Alves, Claudia Fischer, Paulo Mendes e Pedro Portugal – para desenvolverem o projecto artístico português na Streaming Egos, iniciativa que tem como objectivo questionar, através de um olhar artístico, de que forma as nossas identidades se multiplicam e transformam no mundo digital e as implicações destas mudanças para a nossa representatividade real e imaginária. Os projectos destes artistas estão pensados de raiz para serem apresentados em ambiente online, através da plataforma raum: residências artísticas online.

Geografias Mutantes foi apresentada ao público, em território nacional, na quinta-feira, 14 de Janeiro, às 18.30h, na Sala 1 da Fundação Calouste Gulbenkian e em Düsseldorf, no NRW – Forum, nos dias 16 e 17 de Janeiro.

Streaming Egos é um projecto organizado pelo Goethe-Institut, em cooperação com o Slow Media Institut de Bona e o NRW-Forum de Düsseldorf, que envolve seis países europeus – Alemanha, Bélgica, Espanha, França, Itália e Portugal. O projecto conta com a curadoria geral de Sabria David e com um co-curador nacional que convida artistas, criadores e autores de várias áreas a criar obras de arte e peças digitais sobre a questão da(s) identidade(s) digital(s).

Uma plataforma digital, disponível em http://blog.goethe.de/streamingegos/, com componentes da social web, possibilita o intercâmbio e a participação de todos os intervenientes e dos utilizadores.

 

EN>

STREAMING EGOS – DIGITAL IDENTITIES
http://www.raum.pt

Mutant Geographies is the title of the Portuguese contribution to the international project Streaming Egos, centred on the issue of the collective identity of Portugal and Europe in the digital age. How are Europe, Portugal and other European countries (self-) represented in digital culture? What image do we project of ourselves? How do we see Europe and other European countries?

At the invitation of the Goethe Institute Portugal, curator Sandra Vieira Jürgens selected four Portuguese artists – André Alves, Claudia Fischer, Paulo Mendes and Pedro Portugal – to work on the Portuguese Streaming Egos project, an initiative which aims to question the way in which our identifies are multiplied and transformed in the digital world, and the implications of these changes for our real and imagined representativeness. The contributions of these artists are designed from the outset to be presented in an online environment using the raum: online artist residencies platform.

Mutant Geographies was unveiled to the public in Portugal on Thursday 14 January, in Room 1 of the Calouste Gulbenkian Foundation, and in Düsseldorf, at the NRW – Form on 16 and 17 January.

Streaming Egos is a project organised by the Goethe Institute in cooperation with the Slow Media Institute in Bonn and the NRW-Forum in Düsseldorf, involving six European countries: Germany, Belgium, Spain, France, Italy and Portugal. The project is curated by Sabria David in conjunction with a co-curator in each country who invites artists, creatives and authors from a wide range of fields to conceive works of art and digital creations on the topic of digital identity(ies).

Participation and interaction among all contributors and users is made possible by an online platform with social web components, accessible at http://blog.goethe.de/streamingegos/.

Coletivos em perspetiva

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Coletivos em perspetiva
Curso – Sede da Fundação Calouste Gulbenkian
6, 13, 20, 27 FEV, Sáb.Das 14h30 às 17h30

Este curso tem por objetivo reavivar o papel das experiências de intervenção coletiva no território artístico e revisitar a arte moderna e contemporânea através do conceito de “Coletivos”.

A abordagem que iremos desencadear alia a perspetiva teórica, visitas comentadas e o diálogo sobre o tema, visando refletir sobre a dimensão histórica, política e artística da construção de movimentos e comunidades, projetos e discursos coletivos, desde as primeiras vanguardas à atualidade.

A partir desta proposta geral sobre o que significa pensar e agir coletivamente no mundo da arte, propõe-se uma reflexão focalizada em quatro questões centrais – exílio, coexistência utópica, intervenção comunitária e memória coletiva –, que nos conduzem na análise de antecedentes históricos, bem como na abordagem de modelos emergentes e experiências recentes de colaboração e criação de identidades partilhadas em espaços de trabalho comunitários.

Conceção e orientação
Sandra Vieira Jürgens

Este curso está creditado para professores dos grupos 200, 240, 300 e 600 ao abrigo do protocolo de colaboração entre o Centro de Formação Centro-Oeste e o Descobrir – Programa Gulbenkian Educação para a Cultura e Ciência.

QUANDO
6, 13, 20, 27 FEV, Sáb.das 14h30 às 17h30

Sede da FCG
12 horas
Min 10
Máx 40
Preço 50€

Link: http://descobrir.gulbenkian.pt/Descobrir/pt/Evento?a=6685

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