Usos e recursos da arte contemporânea: instalações fabris, economia e estética do abandono na era pós-industrial _arqa 112 (março-abril 2014)

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O uso de edifícios, fábricas, armazéns em estado de abandono, desocupados, devolutos, improdutivos, degradados, tornados obsoletos no período pós-industrial, marcou a realização de exposições e desenvolvimento de práticas artísticas que fazem eco de concepções estéticas e das condições espaciais em que se integram, espaços em ruínas que tornam possível a experimentação de condições de instalação espacial e a criação de obras e instalações específicas.

Estas imagens são da exposição Exílio, Deriva, Disseminação: Um projecto em torno de Guy Debord, na Metalúrgica Alentejana, 1995. Fotografias: Paulo Mendes.

Publicação: Sandra Vieira Jürgens, «Usos e recursos da arte contemporânea: Instalações fabris, economia e estética do abandono na era pós-industrial» in Arq./a – Revista de Arquitectura e Arte,  nº 112 (março-abril 2014), pp. 122-125.

 

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