Performatividade Difusa: Objetos, instalações e animais domésticos_arqa 111 (janeiro-fevereiro 2014)

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Na arte contemporânea, a instalação é por excelência o espaço da indiferenciação. A sua prática surge amplamente ancorada na produção de intervenções compósitas, formadas mediante um exercício de apropriação e justaposição de objetos comuns, vulgares, desprovidos de marcas expressivas, e mesmo de qualquer aura, cuja reunião se processa por seleção e absorve a experimentação dos dispositivos de apresentação expositiva.

Esta imagem é da instalação de Petrit Halilaj, The places I’m looking for, my dear, are utopian places, they are boring and I don’t know how to make them real, 2010, na 6th Berlin Biennial, 2010. Fotografia: Mário Martins.

Publicação: Sandra Vieira Jürgens, «Performatividade Difusa: Objectos, instalações e animais domésticos». In: Arq./a – Revista de Arquitectura e Arte,  nº 111 (janeiro-fevereiro 2014), pp. 118-121.

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