Editorial A&L 26

A&L 26_Convite lançamento


(Original: Sandra Vieira Jürgens, «Editorial», Artes & Leilões, nº 26, Maio/Junho 2010, p. 03.

 

Sabemos que as iniciativas, os projectos, as instituições da área da cultura necessitam de uma atitude construtiva constante por parte de todos os agentes que querem continuar a contribuir e a melhorar os diferentes campos da produção, da mediação e da recepção artística.

A nossa prioridade na A&L é essa. Através desta publicação pretendemos reforçar esta dinâmica, criando um espaço singular, com decisões e opções próprias, aceitando os desafios que a sociedade, na sua complexidade, nos coloca.

A A&L é certamente uma instância de mediação entre a produção artística e o público, destinada a ampliar a informação e a reflexão sobre arte e a sociedade contemporâneas. Não perdemos de vista a actualidade, mas os nossos objectivos essenciais são a construção de “tematizações” que nos ajudem a pensar e a interrogar a dimensão teórica e a praxis artística.

O discurso teórico e o pensamento sobre a arte ganham a cada dia novas expressões. Neste número da A&L quisemos apresentar colaborações específicas de Pedro Lapa, Tatiana Macedo, Rui Ribeiro, Pedro Gadanho, José Bártolo, que abordam as possíveis ou impossíveis caracterizações e definições da contemporaneidade. O que caracteriza o nosso presente? Essa foi a pergunta inicial.

Colocámos esta mesma questão a uma figura que admiramos pela capacidade intelectual, Manuel Borja-Villel, director do Museo Reina Sofia, que discorre com frontalidade sobre as novas opções e modelos de trabalho que a globalização nos coloca. Para além do tema desta edição, contamos com uma entrevista a Aline Pujo, presidente da Associação Internacional das Colecções Corporativas de Arte Contemporânea, uma conversa com Ben Janssens, presidente da TEFAF, e muito mais.

Continuar a ler: SVJ_Editorial_A&L26

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