FRANCISCO QUEIRÓS_Squatters_Serralves


(Original: Sandra Vieira Jürgens, «Francisco Queirós – How could I miss you?», Squatters/Ocupações, co-produção da Fundação de Serralves, Sociedade Porto 2001-Capital Europeia da Cultura, Centro de Arte Contemporânea Witte de With, 2001).

 

Sempre presentes na obra de Francisco Queirós, as personagens do mundo infantil existem para protagonizar actos de explícita violência simbólica. Assim acontecia em peças como Friezenwall #1 (v.1.2 – the forest)(2000) e Friezenwall #3 (v.3.2 – 100  acre hood swimming` hole playset) (2000), onde a partir de um universo que encontra a sua  referência primordial na experiência dos videogames, mimetizava com especial ênfase os movimentos estilizados e as acções mecânicas das figuras, sublinhando a agressividade dos comportamentos retratados. Em How could I miss you? (2001) Francisco Queirós trabalha também com dispositivos de manipulação da imagem, desta vez apropriando-se de efeitos próximos do universo tradicional da animação.

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OPEN SPACE_Quatro Jovens Artistas Portugueses

(Original: Sandra Vieira Jürgens, «Open Space – Quatro Jovens Artistas Portugueses», Número Magazine, nº 9, Junho/Julho 2001, pp. 66-75).

 

Para a presente edição convidámos quatro artistas portugueses a apresentar projectos criados propositadamente para a Número Magazine. A escolha de Claúdia Ulisses, Francisco Queirós, João Pedro Vale e Pedro Pousada não foi determinada pelo objectivo de enunciar uma escolha ou salientar certos percursos em detrimento de outros, mas tão só permitir a continuidade de uma vontade muito específica, a de dar visibilidade à criação. Nesse sentido o termo “Open Space” afigura-se apropriado à definição conceptual da presente proposta. (…)

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Pedro Cabral Santo


(Original: Sandra Vieira Jürgens, «Mix is Beautiful», Número Magazine, nº 9, Junho/Julho 2001, pp. 30-31).

 

Nos últimos 10 anos Pedro Cabral Santo tem conciliado a actividade artística com a concretização de projectos de comissariado, ficando o seu nome ligado a algumas das mais significativas exposições colectivas que tiveram lugar na década de noventa. Um percurso iniciado com a organização de Faltam Nove para 2000, evento que decorreu na Galeria da Escola Superior de Belas-Artes de Lisboa, em 1991, altura em que era ainda estudante de Artes Plásticas – Pintura daquela faculdade. Nessa mostra acabariam por estar reunidos alguns dos artistas com quem Cabral Santo viria, mais tarde, a organizar e a participar em diversas iniciativas. Várias delas da responsabilidade dos Autores em Movimento, uma reunião coordenada por P.C.S., José Guerra, Paulo Carmona e Tiago Batista, que rejeita de forma determinada a noção de colectivo, grupo ou  movimento organizado para definir a sua acção e modo de colaboração. (…)

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Entrevista a JOSÉ MANUEL FERNANDES – Instituto de Arte Contemporânea


(Original: Sandra Vieira e Dinis Guarda, «José Manuel Fernandes – Um Arquitecto no Instituto de Arte Contemporânea», Número Magazine, nº 9, Junho/Julho 2001, pp. 36-41).

 

José Manuel Fernandes é arquitecto e urbanista. Foi recentemente nomeado director do Instituto de Arte Contemporânea, organismo fundado em 1997. Exerce desde 1978 a actividade de professor universitário, sendo doutorado em História da Arquitectura e de urbanística. Tem paralelamente desenvolvido um trabalho de investigação nestas áreas, bem como editado e publicado os seus trabalhos. É colaborador permanente do semanário Expresso. Neste organismo do Ministério da Cultura, substituiu o Pintor Fernando Calhau, primeiro director deste Instituto. A Número Magazine foi conversar com ele acerca dos seus planos para a arte contemporânea portuguesa numa espécie de “samplagem” no seu trabalho artístico. (…)

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