Novo Website

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www.sandravieirajurgens.com

Partilho convosco o meu novo website onde disponibilizo os textos e projectos que venho publicando. Neste espaço estão disponíveis ensaios, críticas e entrevistas produzidos para diversas publicações e catálogos.

É um projecto em construção e que terá actualizações regulares. 

O desenho do site é da autoria da incrível equipa v-a · studio | graphic & web design studio

 

Call for papers_The Museum Reader

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CALL FOR PAPERS

The Museum Reader:
what practices should 21st century Museums pursue, how and why?

An International Conference
09 – 10 March 2017
Museu Nacional de Arte Contemporânea – Museu do Chiado, Lisbon

The international conference The Museum Reader, organised by the Art History Institute of the Faculty of Social and Human Sciences of the Universidade Nova de Lisboa and the National Museum of Contemporary Art – Museu do Chiado, aims to propose thematic lines and noteworthy points to stimulate thought, reflection and debate of new realities, practices and working conditions identified in museums in the 21st century. Its purpose is to analyse and systematise new methods and paradigms, trends and different practices and ways of imagining the role of art institutions in the context of the present-day art scene.

There will be particular emphasis on the following themes:

  •         Museums in the transition from the 20th to the 21st century
  •         The museum and the neoliberal concept of culture
  •         The paradigmatic transformations of art institutions in the context of the current social, economic and political order
  •         Institutional critique as investigation of the framework and functioning of art institutions
  •         The museum as a place of negotiation and conflict
  •         The potential of institutions and the new institutional sphere: new Institutionalism, radical museology, critical museology
  •         Critique and experimentation in art institutions
  •         Institutional and non-institutional practices within the museum
  •         Challenges for museums and art institutions inside new art practices
  •         The future identity of art institutions

 

Abstracts (of no more than 300 words), accompanied by a short bio (appr. two paragraphs) should be sent to the members of the organizing committee, at themuseumreader2017@gmail.com by January 13, 2017. Participants will be notified by the end of January, and the conference program will be published in mid-February. The languages of the conference are English and Portuguese.

A selection of papers from the conference will be published as a special number of the Wrong Wrong magazine (wrongwrong.net, ISSN 2183-5527).

For all questions regarding administration and practical matters, please contact Patrícia Melo (themuseumreader2017@gmail.com)

More information: http://themuseumreaderconference.weebly.com

Organizing committee:
Sandra Vieira Jürgens [IHA, FCSH, Universidade NOVA de Lisboa]
Emília Tavares [Museu Nacional de Arte Contemporânea – Museu do Chiado]

Scientific committee:
David Santos  [Direção Geral do Património Cultural]
Fernando José Pereira  [Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto]
Helena Barranha [Instituto Superior Técnico, Universidade de Lisboa]
Idalina Conde  [ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa]
Joana Cunha Leal [IHA, FCSH, Universidade NOVA de Lisboa]
Lúcia Matos [IHA, FCSH, Universidade NOVA de Lisboa; Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto]
Margarida Brito Alves [IHA, DHA, FCSH, Universidade NOVA de Lisboa]
Maria João Gamito [Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa, ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa]
Nuno Crespo [IHA, FCSH, Universidade NOVA de Lisboa]
Raquel Henriques da Silva  [IHA, DHA, FCSH, Universidade NOVA de Lisboa]
Sandra Leandro [IHA, FCSH, Universidade NOVA de Lisboa; Universidade de Évora]


Organization:

Museu Nacional de Arte Contemporânea – Museu do Chiado: www.museuartecontemporanea.pt

Instituto de História da Arte, FCSH/NOVA: www.iha.fcsh.unl.pt

 

This event is funded by national funds through FCT – Foundation for Science and Technology, within the strategic project UID/PAM/00417/2013

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CALL FOR PAPERS

The Museum Reader:
what practices should 21st century Museums pursue, how and why?

An International Conference
09 – 10 Março de 2017
Museu Nacional de Arte Contemporânea – Museu do Chiado, Lisboa

 

A conferência internacional The Museum Reader, organizada pelo Instituto de História da Arte da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa e pelo Museu Nacional de Arte Contemporânea – Museu do Chiado, tem por objectivo propor linhas temáticas e pontos notáveis para pensar, reflectir e debater novas realidades, práticas e condições de trabalho detectadas nos museus deste século XXI. Pretende-se analisar e sistematizar novos modos e paradigmas, tendências e diferentes práticas e formas de pensar o papel das instituições artísticas no contexto do actual panorama artístico.

Em foco estarão os seguintes temas:

  • Os museus na passagem do século XX para o século XXI
    • O museu e a concepção neoliberal de cultura
    • As transformações paradigmáticas das instituições artísticas no contexto da actual ordem social, económica e política
    • A crítica institucional enquanto investigação dos contornos e funcionamento das instituições de arte
    • O museu como lugar de negociação e conflito
    • O potencial das instituições e a nova esfera institucional: o novo Institucionalismo, a museologia radical, museologia crítica
    • Crítica e experimentação nas instituições artísticas
    • Práticas institucionais e não institucionais no museu
  • Quais as exigências e desafios das práticas artísticas contemporâneas para os museus e instituições artísticas
    • A futura identidade das instituições artísticas

 

Convidamos os interessados a enviar um resumo (não mais de 300 palavras), acompanhado de uma breve biografia (aprox. dois parágrafos) para os elementos do comité de organização, através do email themuseumreader2017@gmail.com, até 13 de Janeiro de 2017. Os participantes serão notificados até ao fim de Janeiro e o programa da conferência será anunciado em meados de Fevereiro. As línguas da conferência são o inglês e o português.

Uma selecção das comunicações apresentadas na conferência serão publicadas num número especial da revista Wrong Wrong (wrongwrong.net, ISSN 2183-5527).

Para assuntos administrativos e questões práticas, por favor contactar Patrícia Melo (themuseumreader2017@gmail.com)

Mais informação: http://themuseumreaderconference.weebly.com

 

Comité de organização:
Sandra Vieira Jürgens [IHA, FCSH, Universidade NOVA de Lisboa]
Emília Tavares [Museu Nacional de Arte Contemporânea – Museu do Chiado]

 

Comité científico:
David Santos  [Direção Geral do Património Cultural]
Fernando José Pereira  [Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto]
Helena Barranha [Instituto Superior Técnico, Universidade de Lisboa]
Idalina Conde  [ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa]
Joana Cunha Leal [IHA, FCSH, Universidade NOVA de Lisboa]
Lúcia Matos [IHA, FCSH, Universidade NOVA de Lisboa; Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto]
Margarida Brito Alves [IHA, DHA, FCSH, Universidade NOVA de Lisboa]
Maria João Gamito [Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa, ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa]
Nuno Crespo [IHA, FCSH, Universidade NOVA de Lisboa]
Raquel Henriques da Silva  [IHA, DHA, FCSH, Universidade NOVA de Lisboa]
Sandra Leandro [IHA, FCSH, Universidade NOVA de Lisboa; Universidade de Évora]

Organização:

Museu Nacional de Arte Contemporânea – Museu do Chiado: www.museuartecontemporanea.pt

Instituto de História da Arte, FCSH/NOVA: www.iha.fcsh.unl.pt

Este evento é financiado por Fundos Nacionais através da FCT – Fundação para a Ciência e a Tecnologia no âmbito do projecto estratégico UID/PAM/00417/2013

Crítica de Nuno Crespo ao livro “Instalações Provisórias” – Público

“Arte na sua dimensão política”, Jornal Público – Suplemento Ípsilon (07.10.16), pp. 30-31

Link pdf: ipsilon-_-publico_livro-svj

 

 

Cosmuseologias variáveis – Museu Nacional de Soares dos Reis

COSMUSEOLOGIAS VARIÁVEIS
> no próximo sábado, 24 de Setembro a partir das 18h00, conversa sobre museus, exposições, performances & outras extravagâncias – e jantar

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COSMUSEOLOGIAS VARIÁVEIS

18h00 _ Performance
Passagem de ALBUQUERQUE MENDES
Entrada livre

19h00 _ Conversa à volta da mesa

PAULO MENDES, artista plástico e curador convidou
+
ALBUQUERQUE MENDES, artista plástico e performer
EMÍLIA TAVARES, historiadora de arte e curadora
NUNO FARIA, curador
SANDRA VIEIRA JÜRGENS, historiadora e crítica de arte

O que é, o que pode ser um museu?
O museu como espaço de interrogação, campo de trabalho e investigação, através das palavras de artistas e performers, de historiadores de arte e curadores.
_

NOTA > Durante a conversa é servido o jantar. É necessário a reserva e está sujeito ao pagamento de 12€.
Mais informações e reservas: portoartfest@gmail.com / 916088659
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Local > Museu Nacional de Soares dos Reis / MNSR,
Rua de Dom Manuel II 44, 4050-342 Porto
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+ info > https://www.facebook.com/events/299671210413631/

A VIDA ESTÁ LÁ FORA

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A VIDA ESTÁ LÁ FORA é uma exposição concebida pelos alunos da primeira edição da pós-graduação em Curadoria da Arte, da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. De 18 de setembro a 16 de outubro de 2016 no Torreão Nascente da Cordoaria Nacional.

Inauguração: 17 de setembro, às 18h30

Artistas: ANDRÉ ALVES | ANTÓNIO JÚLIO DUARTE | BRÍGIDA MENDES | DANIEL BARROCA | JOÃO ONOFRE | JOÃO PAULO SERAFIM | JOSÉ LUÍS NETO | MARTA CASTELO | NUNO DA LUZ | PEDRO BARATEIRO | RICARDO JACINTO | SUSANA ANÁGUA | SUSANA GAUDÊNCIO

 

A VIDA ESTÁ LÁ FORA é uma exposição que tanto sugere uma divagação nostálgica, como uma insurreição contra o simulacro que nos encerra e que nos apela a sair, para fora de nós. Após a invenção da perspetiva como sistema de representação, a figuração deslocou-se para o lugar do espectador — para a forma como o mundo se lhe apresenta e interpela o olhar e os sentidos. Assim o exercício da representação desinteressou-se do real preferindo explorar os mecanismos que o percecionam ou o seu simulacro. O simulacro, no limite da sua perfeição, fixa uma realidade paralela, que é controlável e por isso preferível ao original. Paradoxalmente, parece garantir também uma espécie de “acesso imediato ao Real”.

A VIDA ESTÁ LÁ FORA lança um convite para um percurso no qual categorizamos os simulacros em três temas. Num primeiro momento, num contexto imaginário a que chamámos COMÍCIO, evoca-se o aglomerado social e a utopia de entendimento. A linguagem une a humanidade na igual proporção em que a divide, organiza-a segundo escalões de poder e estratifica-a burocraticamente. Quer como instrumento de controlo remoto quer como miragem de rutura, liberdade e de entendimento, a comunicação está povoada das interferências de uma maldição babélica.

Num segundo momento, na zona CINEMATÓGRAFO, artilha-se um mecanismo de imersão. A experiência no cinema é, primeiro, física: o silêncio e a escuridão, simultaneamente individual e coletiva. O pulsar do sangue e a intermitência da respiração tornam-se audíveis no escuro. Despertado o cinematógrafo – a cada grão de luz na engrenagem, no ruído, na desfocagem, na dissolução da imagem – ele opera como a memória: de forma anacrónica, em sobreposição, em direto, diferido e em looping.

Num terceiro, e último momento, um JARDIM imaginário prefigura a réplica perfeita. Vagamente evocativos de recreio, os jardins e os parques são espaços de interrupção da vida ativa para dar lugar ao lazer e convívio ao ar livre, de forma moderada, controlada e circunscrita por uma vedação. Convocam-se em tom nostálgico as naturezas-mortas, as paisagens ausentes, os taxidermistas e as classificações num território-maqueta estagnado, pantanoso e labiríntico.

Tudo termina onde começa: na linha de horizonte, o cordel omnipresente que nos informa das orientações e medições que temos do mundo. Este está num beco e esconde uma mensagem. Aproximamo-nos para ler: A vida está lá fora (título da peça homónima de André Alves).

Curadoria | Bruno Pelletier Sequeira, Catarina Pombo Nabais, Cláudia Ribeiro, Hilda Frias, Joana Brito, Luciana M. Meirelles, Margarida Eloy, Maria Xavier, Pietra Fraga, Pedro Faria, Rodrigo Ezequiel, Sérgio Azevedo, Sofia Rodrigues

 

ATIVIDADES EM TORNO DA EXPOSIÇÃO

Visitas orientadas | conversas
Sábados, dias 24 de setembro e 15 de outubro, às 17h.

Lançamento no PORTO (27 Abril – 22h) do livro INSTALAÇÕES PROVISÓRIAS_PASSOS MANUEL

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Lançamento do livro no Porto_ INSTALAÇÕES PROVISÓRIAS: independência, autonomia, alternativa e informalidade. Artistas e exposições em Portugal no século XX _ de SANDRA VIEIRA JÜRGENS

Edição > Sistema Solar | Documenta / STET – livros e fotografias / IN.TRANSIT editions (em parceria com o Instituto de História da Arte da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa)

Lançamento com a colaboração da INC. livros e edições de autor
4ª feira | 27 Abril | 22h00
Local > Passos Manuel, Porto
Rua de Passos Manuel n. 137 (ao Coliseu)

O lançamento do livro será seguido de uma sessão de DJ’s

Apresentação do livro por:
Fernando José Pereira (Artista plástico)
Miguel von Hafe Pérez (Curador)
Nuno Ramalho (Artista plástico)
Paulo Mendes (Artista plástico e curador)
Sandra Vieira Jürgens (Historiadora e crítica de arte)


EM MAIS DE 600 PÁGINAS, UMA HISTÓRIA SOBRE OS PROJECTOS E PRÁTICAS ARTÍSTICAS INDEPENDENTES DESDE OS FINAIS DO SÉCULO XIX AO SÉCULO XXI!

A influência e o papel que este fenómeno adquiriu tornam a sua referência essencial no contexto actual da arte contemporânea. A investigação inclui não apenas os espaços independentes, mas também associações, colectivos de artistas, exposições e a actividade de artistas-curadores. Com Courbet e Manet no século XIX, passando pelo modernismo português, pela cultura alternativa americana da década de setenta, pela ruptura da “Alternativa Zero” e “Depois do Modernismo”, o estudo termina na década de 90, com a emergência dos artistas-curadores e dos projectos e espaços expositivos independentes, da ZDB em Lisboa à Caldeira 213 no Porto. INSTALAÇÕES PROVISÓRIAS apresenta uma panorâmica sobre o pensamento e as práticas expositivas mais experimentais em Portugal, devidamente contextualizadas na situação internacional.

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INSTALAÇÕES PROVISÓRIAS: independência, autonomia, alternativa e informalidade. Artistas e exposições em Portugal no século XX, revela as condições de existência da cultura alternativa, as qualidades e as características transitórias, efémeras, os processos instáveis e informais de ocupação e de instalação que caracterizam as práticas artísticas independentes. Como surgiram e evoluíram os projectos expositivos independentes que, ao longo do século XX, redefiniram o conceito de arte, artista, espaço de exposição e prática curatorial?

Tendo em vista fundamentar uma perspectiva da história da arte atenta ao papel dos artistas-curadores e dos colectivos de artistas, este estudo centra-se no século XX, tomando como ponto de partida o contexto do século XIX, onde encontramos as razões e os germes do sistema alternativo que se consolidou no século seguinte e continua determinante nos dias de hoje.


TEMAS E CONCEITOS
INDEPENDÊNCIA ARTÍSTICA nos séculos XIX e XX, as acções dos artistas que desafiaram o sistema académico e salonista, criando novas condições para o aparecimento de exposições privadas e independentes.

AUTONOMIA dos artistas em relação à jurisdição estatal e ao mercado de arte, com o desenvolvimento de estratégias transgressivas num sistema centrado nas figuras do galerista e do crítico de arte.

ALTERNATIVA e esferas de actuação emergentes a partir dos anos sessenta, resultado da crítica ao sistema institucional da arte, com repercussões na constituição de uma rede de espaços e estruturas colectivas.

INFORMALIDADE e projectos de colaboração de artistas-curadores, baseados em opções de autogestão, com projectos de curta duração e práticas artísticas e curatoriais com novos formatos de cariz experimental.

INSTALAÇÕES PROVISÓRIAS revela as condições de existência da cultura alternativa, as qualidades e as características transitórias, efémeras, os processos instáveis e informais de ocupação e de instalação que caracterizam as práticas artísticas independentes.

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Disponível em >
Sistema Solar | Documenta _http://www.sistemasolar.pt/pt/produto/212/instalacoes-provisorias-independencia-autonomia-alternativa-e-informalidade-artistas-e-exposicoes-em-portugal-no-seculo-xx/
STET – livros e fotografias / http://stet-livros-fotografias.com/?lang=en
IN.TRANSIT editions [ tm_936396964 ]
+
INC. livros e edições de autor _ http://blog.inc-livros.pt/

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Brevemente em todas as livrarias!
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Apareçam!!!!
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‪#‎instalaçõesprovisórias
#‎instalaçõesprovisóriaslivro
#intransiteditions
#stet

Texto de Celso Martins sobre “Instalações Provisórias”

“Fraturas expostas”, texto de Celso Martins sobre o livro “Instalações Provisórias”.
Jornal Expresso (16.04.16)

ExpressoSandraJürgens

Link pdf: Expresso_SandraVieiraJürgens

Livro INSTALAÇÕES PROVISÓRIAS

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INSTALAÇÕES PROVISÓRIAS: independência, autonomia, alternativa e informalidade. Artistas e exposições em Portugal no século XX
TEMAS E CONCEITOS:

INDEPENDÊNCIA ARTÍSTICA nos séculos XIX e XX, as acções dos artistas que desafiaram o sistema académico e salonista, criando novas condições para o aparecimento de exposições privadas e independentes.

AUTONOMIA dos artistas em relação à jurisdição estatal e ao mercado de arte, com o desenvolvimento de estratégias transgressivas num sistema centrado nas figuras do galerista e do crítico de arte.

ALTERNATIVA e esferas de actuação emergentes a partir dos anos sessenta, resultado da crítica ao sistema institucional da arte, com repercussões na constituição de uma rede de espaços e estruturas colectivas.

INFORMALIDADE e projectos de colaboração de artistas-curadores, baseados em opções de autogestão, com projectos de curta duração e práticas artísticas e curatoriais com novos formatos de cariz experimental.

INSTALAÇÕES PROVISÓRIAS revela as condições de existência da cultura alternativa, as qualidades e as características transitórias, efémeras, os processos instáveis e informais de ocupação e de instalação que caracterizam as práticas artísticas independentes.

Edição: Sistema Solar | Documenta / STET – livros e fotografias / IN.Transit Editions (em parceria com o Instituto de História da Arte da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa)

Disponível na STET e na Assírio & Alvim. Brevemente em todas as livrarias.

A STET abre 5ª e 6ª feira | 15.30/19.30h | Rua do Norte, 14 – 1º (ao Camões)

Lançamento do livro “Instalações Provisórias” – MNAC – Museu do Chiado – 24 de Março – 18h30

No dia 24 de Março (quinta-feira), às 18h30, vai realizar-se o lançamento do meu livro “INSTALAÇÕES PROVISÓRIAS: independência, autonomia, alternativa e informalidade. Artistas e exposições em Portugal no século XX”, no MNAC – Museu do Chiado.

O livro será apresentado por Aida Rechena (Directora do MNAC – Museu do Chiado), Raquel Henriques da Silva (Professora, IHA, DHA, FCSH, Universidade NOVA de Lisboa), Maria João Gamito (Professora, Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa), David Santos (Sub-director geral do Património Cultural) e Filipa Valladares (Curadora e livreira, STET – livros e fotografias).

INSTALAÇÕES PROVISÓRIAS, uma edição da Sistema Solar | Documenta, STET – livros e fotografias e IN.Transit Editions, em parceria com o Instituto de História da Arte da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa.

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raum: ESAD – Caldas da Rainha – Projecto Colectivo

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De 2 de Março até 5 de Abril, sete alunos de Artes Plásticas do Mestrado e Licenciatura da Escola Superior de Artes e Design – Caldas da Rainha estão em residência na plataforma raum.pt, com seis projectos.

Este projecto colectivo intitulado Academia de máquinas de imaginar e outras invenções, reúne trabalhos de Constança Bettencourt, Guilherme Silva, Kevin Claro, Patrícia Henriques, Pedro Brito & Ema Gaspar e Pedro Lira, com curadoria de Isabel Baraona, Luísa Soares de Oliveira e Susana Gaudêncio.

Academia de máquinas de imaginar
e outras invenções

“Um Linguista propunha um modo de abolir todas as palavras, de maneira que se discutisse sem falar, o que seria favorável ao peito, porque está claro que, à força de falar, os pulmões gastam-se e a saúde altera-se. A solução, por ele achada, era carregar consigo todas as coisas e objectos de que se quisesse tratar. (…) Outro cientista desde há oito anos que estava envolvido num projecto que consistia em extrair raios de sol dos pepinos, fechá-los em recipientes herméticos e usá-los para aquecer o ar em dias frios e chuvosos. (…) Havia também um arquitecto genial que concebera um novo método de construir casas, começando pelo telhado e terminando nas fundações.” – Swift, Jonathan (1726), Viagens de Gulliver, Relógio d’água, Lisboa, 2010)

Nas suas Viagens de Gulliver, Jonathan Swift narra a história de um médico aventureiro que viaja na época das grandes explorações marítimas, encontrando novas ilhas e comunidades fantásticas que satirizavam a sociedade europeia da sua época. Poderíamos ler estas terras de geografias inventadas e sem lugar (utopias), como espelhos deformados do mundo. Em Balnibarbi, região sob o jugo de Laputa (a ilha flutuante), funciona uma academia de inventores e cientistas ocupados em descobrir como funcionam todas as coisas no mundo.

O acto criativo faz do Homem um ser voltado para a construção do futuro, modificando o seu presente. É aqui que pensamento artístico e pensamento utópico se relacionam. Arte e utopia dão resposta à vontade do artista que, tal como o inventor, amplia o real a partir das suas obras artísticas que são as suas máquinas de imaginar.

Sete alunos de Artes Plásticas (mestrado e licenciatura) estarão em residência na RAUM por um mês. Virão a público seis projectos que reflectem os seus modos e os seus espaços de produção artística, distintos e particulares. No entanto, todos usaram como medida o impulso para utopia na aproximação ao acto criativo.

 

EN

Academy of Imagination machines
and other inventions

“The other project was, a scheme for entirely abolishing all words whatsoever; and this was urged as a great advantage in point of health, as well as brevity. For it is plain, that every word we speak is, in some degree, a diminution of our lunge by corrosion, and, consequently, contributes to the shortening of our lives. An expedient was therefore offered,‘that since words are only names for things, it would be more convenient for all men to carry about them such things as were necessary to express a particular business they are to discourse on.’ (…)

He has been eight years upon a project for extracting sunbeams out of cucumbers, which were to be put in phials hermetically sealed, and let out to warm the air in raw inclement summers. (…)

There was a most ingenious architect, who had contrived a new method for building houses, by beginning at the roof, and working downward to the foundation; (…)” – Swift, Jonathan (1726). Gulliver’s Travels, George Bell and Sons, Londres, 1892. (2009, June 15. In http://www.gutenberg.org.)

In his Gulliver’s Travels, Jonathan Swift tells the story of an adventurous doctor who travels during the time of the great maritime exploration, finding new islands and fantastic lands that satirized the European society of his time. We could read these lands’s imagined geographies and no place (utopias), as world’s deformed mirrors. In the Balnibarbi region, under the authority of Laputa (floating island), it operates an academy of inventors and scientists, always busy for uncovering how everything in the world works.

The creative act impels man to be focused on building the future, by modifying the present. This is how artistic and utopian thinking relate. Art and utopia give response to the artists’s will that, as the inventor, extends the real trough their artistic practice, which is their imagination machine.

Seven Fine Art students (masters and bachelor) will be in residence for a month at RAUM.

Six different projects will be public, each one reflecting their unique artistic process and production. However, all of them used the utopian impulse as mesure for their creative acts.

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